Episódio 3 | Minha Alma

Povo Brasileiro:

Sim, qual o objetivo de tudo isso se não mudar o Brasil?

Mas como mudar o Brasil se não mudar o povo Brasileiro? E como mudar o povo Brasileiro sem que ele ganhe consciência?

Saimos de um horror que foi a exploração do indio e sua subjugacao e escravidão, para outra, se não igual ainda pior, que foi o tratamento dos negros como mercadorias.

Escuta isso povo Brasileiro: O negro, um ser humano, como eu e você, que de fato, todos já convivemos entre nós e possivelmente temos amigos, foi tratado como um saco de arroz, um carrinho, uma calça, ou seja ,foi tratado como mercadoria por aqueles que inaguraram lá atras, a desigualdade Brasileira fundamentada nos previlegios de uns em troca da miséria de muitos.

Você tem ilusão que isso é passado e não te afeta hoje, ou seja, não afeta nosso Brasil. Mas eu lhe pergunto, você realmente acredita que a sua infância, como sujeito e ser humano, não afeta sua vida hoje? Como seus pais te criaram e as dificuldades que teve quando criança, não te afeta hoje? É óbvio que te afeta, você aceite ou não. E por que achas que aqui não acontece o mesmo aqui?

Para refundarmos o Brasil, é imperativo que ressignifiquemos nosso passado, encarando o sofrimento e a dor com a devida consciência. Só então poderemos atribuir um sentido transformador que emergirá da consciência coletiva. Este despertar deve emancipar o Brasil de sua infância grotesca, capacitando-o não apenas a finalmente amparar seu próprio povo castigado, sofrido e merecido, mas também assumir uma posição decisiva e respeitada na ordem mundial.

Ao pisarem neste solo, os negros trazidos de África não eram apenas corpos, mas almas arrancadas de seus lares. Cada passo dado fora dos navios negreiros era uma luta pela sobrevivência. Aqui, eles foram forçados a se acostumar com a dor, tendo suas famílias dilaceradas. Com o apoio da sociedade da época e da própria igreja, os negros, seres humanos como nós, foram reduzidos a mercadorias.

Imagine esta cena: Em 1930 Gilberto Freyre, um intelectual com recursos financeiros, depois de estudos e visitas aos Estados Unidos e outros países da Europa; sentado em um belo jardim, tomando seu chá, com vento fresco batendo em seu rosto, servido por uma escrava, começou a escrever o que marcaria o início de um Brasil derrotado, desigual, injusto e fracassado. Olhando ali, a sua frente, uma escrava negra lhe trazer seu chá, e lembrando de sua recente visita agradavel aos USA, sucedeu-lhe a grande ideia que tudo era como devia ser, escreveu que os negros de fato, gostavam de sua posição de escravidão e que tinha uma vida harmônica com seus senhores.

Brasileiros! Precisamos confrontar essa história imaginária sobre nós mesmos. Ao negar a realidade, ignoramos a resiliência, a força e a resistência dos negros que se recusaram a sucumbir a injustica.  E lembro que tudo que escondemos de nós mesmos, nos controla.

Muitos negros encontraram nos quilombos não apenas refúgio, mas um símbolo de resistência e esperança. Essas comunidades eram faróis de liberdade em um mar de opressão, onde a cultura africana era vivida e celebrada sem restrições, longe das correntes que tentaram prendê-la. Alguma semelhança com os dias atuais?

Os privilegiados intelectuais Brasileiros não reconheceram a verdadeira importância desses ícones de resistência. Eles minimizaram a luta e a força necessária para não apenas escapar, mas reconstruir vidas em liberdade. Enquanto essas histórias eram contadas em tons românticos, as verdadeiras narrativas de coragem e tenacidade eram silenciadas, deixando de lado o espírito indomável dos povos africanos que moldou o povo Brasileiro.

Como aceitar pacificidade em um sistema tão brutal, onde famílias eram destruídas e sonhos despedaçados? Essa narrativa nada mais foram do que uma tentativa de branquear a história e manter privilégios. O que aliás, todos devem saber que o governo Brasileiro financiou imigrações visando branquear o povo Brasileiro. Estudos demonstravam que o abatimento moral de nosso povo, tinha como causa, nosso povo mestiço. E que a solução para o Brasil era pagar para que imigrantes viessem branquear nosso povo.

Essa falsificação histórica perpetua uma visão distorcida e fornece justificativas para a desigualdade que ainda persiste. Devemos entender que toda esta história fabricada serviu de cortina de fumaça para manter um sistema violento e opressor. É hora de desfazer esses mitos e encarar as verdades dolorosas de frente.

Serei bem claro, para a maioria dos Brasileiros, que hoje vivem sem esperança, em um país injusto, que desampara e despreza seu próprio povo, e que deixa de olhar para o lado, hipocritamente, para não ver seus irmãos passando fome. Ouçam: NÃO somos um povo corrupto. Não somos um povo fraco, derrotado e preguiçoso. Registrem isso em suas mentes de uma vez por todas.

Estes intelectuais era de famílias prestigiadas e consolidaram essa ideia ao retratar o brasileiro como emocionalmente corrupto, usando a falsa noção de ‘homem cordial’ emocionalmente fraco como base para sua argumentação. Mas esse preconceito foi implantado para manter o status quo, distanciando-nos da verdade. Precisamos desmantelar essa narrativa e ver a corrupção pelo que realmente é – uma ferramenta de manipulação e controle de todo povo Brasileiro ao longo de sua história.

O caminho para a cura é reconhecer essas marcas invisíveis e dar-lhes voz em nossa consciência. A verdadeira transformação ocorre quando começamos a entender e abraçar nossas dores, transformando-as em fonte de força. Ao reconhecer o passado, podemos começar a reconstruir nosso futuro com empatia e compreensão.

A abolição da escravatura foi apenas o começo de um longo caminho em direção à justiça. Após a libertação, negros foram deixados à própria sorte, sem apoio ou reparação, jogados em uma sociedade que ainda os via como inferiores. Essa falta de suporte criou as bases para desigualdades estruturais que persistem até hoje.

Os intelectuais da época e muitos ainda nos dias atuais, ignoraram essa realidade, evitando discutir as consequências do abandono pós-abolição. Foi uma oportunidade perdida para oferecer reparação real e para construir uma sociedade verdadeiramente equitativa. Precisamos reconhecer essa falha e trabalhar ativamente para retificar essa injustiça histórica, nem que seja através do seu reconhecimento consciente.

Transformar o Brasil começa com a aceitação de que esta dívida histórica com os negros e indios não é apenas material, mas moral. E ao encararmos essa dívida, podemos começar a reconstruir uma nação que honra todos os seus cidadãos, independentemente de suas origens ou cor de pele.É hora de reescrever nossa história de uma maneira honesta e inclusiva. Não podemos permitir que narrativas distorcidas continuem a ditar nossa percepção da realidade e de quem somos. Devemos buscar uma compreensão mais profunda e verdadeira de nosso passado, para podermos moldar conscientemente nosso futuro.

Precisamos moldar nosso próprio futuro e projetar um Brasil transformado pela verdade e pela justiça. É nossa responsabilidade coletiva garantir que as cicatrizes e mentiras do passado não definam o que podemos nos tornar. É um futuro de esperança e potencial incalculável. Precisamos nos libertar dessas correntes que amarram nossas mentes e nos prenderam na açao da inação. Enxergarmos tanto sofrimento ao nosso lado e simplesmente não fazermos nada.

Esta jornada começa com cada um de nós. Ao refletirmos e nos sensibilizarmos sobre nosso passado, podemos criar mudanças significativas. Ao nos unirmos, deixamos de ser peças isoladas e nos tornamos um movimento poderoso para transformação. O maior medo sempre foi que a massa, o povo, ganhe consciência. Porque na maioria das vezes, o povo, é facilmente controlado com narrativas falsas, mentiras ou se nada disso funcionar na porrada.

Precisamos repensar nossas instituições, nossa justiça e nossos valores como nação, garantindo que todos tenham as mesmas oportunidades e direitos. Juntos, podemos criar um Brasil que reflete nosso verdadeiro potencial e diversidade, onde todos são parte integrante da narrativa.

Povo Brasileiro,

É hora de acordar. Não podemos continuar aceitando todas estas narrativa que nos roubaram nosso passado, destroem nosso presente e criam um de futuro perpétuo de sofrimento, injustiça e desigualdade para todo povo brasileiro.

A libertação deve começar em si mesmo. Porque são as mentes dos brasileiros que ainda estão presas. Precisamos nos libertar. Cada um de nós.Só existe uma liberdade – a liberdade da mente. Se você é refém em sua própria mente, é refém de tudo, até mesmo de seus próprios desejos.

Preciso que venha comigo. Episódio a Episódio. Temporada a temporada. Porque nesta série o final depende de você.

Minha jornada não começou em um lugar de privilégio, mas foi marcada pelo desejo profundo de transcender as limitações impostas pela pobreza. Cresci em um lar modesto, onde o acesso a uma educação de elite era um sonho distante. Graças a uma amizade de meu pai, tive a chance de estudar em um colégio decente, mas sabia que não era suficiente.

No entanto, uma brincadeira me revelou uma verdade brutal. Ao tentar resolver uma prova de sargento da aeronáutica, percebi minha fragilidade acadêmica. A incapacidade de solucionar aqueles problemas desencadeou uma crise profunda em mim. Era claro que, se me contentasse com o que tinha, nunca atingiria os sonhos que almejava.

Determinado, resolvi trilhar meu próprio caminho aos 15 anos de idade. Sem recursos para um bom colégio, dediquei-me ao estudo autodidata. Propus ao diretor do colégio que, caso passasse na UFRJ, minhas faltas fossem abonadas. Ele tentou me dissuadir, afirmando que a universidade era um reduto da elite e que eu não passaria. Mas essa descrença só acendeu em mim a chama da superação.

Por dois anos, meu mundo se limitou aos livros e cadernos, das seis da manhã às dez da noite. Percorri longas distâncias a pé, atrás de materiais que não podia comprar doados por professores que me viam quase como um herói. Cada passo foi um tijolo na construção da minha resiliência. Finalmente, contra todas as probabilidades, fui aprovado na UFRJ.

Essa vitória silenciosa, uma jornada caída em suor e lágrimas, não foi vista por multidões, mas ressoou no meu coração de forma intensa. Meu ídolo na época se chamava Ayrton Senna. Não tive um Brasil inteiro celebrando ao meu lado como fizera Ayrton Senna em suas corridas, mas meu triunfo interior foi celebrado com lágrimas de alegria e determinação. Um silencioso estrondoso e uma união com o universo que jamais seria abalada.

Essa é a força do povo brasileiro. Somos forjados na adversidade, imparáveis quando acreditamos em nós mesmos. Minha história é um testemunho de que, com coragem e resiliência, podemos transcender anos de injustiça e desigualdade.

Porque, quando um brasileiro decide vencer, ele transforma não só sua vida, mas a esperança de toda uma nação.

Meu objetivo aqui é fazê-lo enxergar e com isso despertar e me ajudar a mudar o Brasil.

Porque não podemos mais aceitar tanta injustiça, pois como sabemos de todas as religiões e sabedoria do mundo, quando os de bom coração silenciam, a injustiça próspera.

Hoje o Brasileiro está impedido de agir porque está com sua mente refém de seu passado. Mas o que vai acontecer quando sua mente se libertar?



Brasil: Doutor, o que faço para que os pobres parem de culpar a elite por tudo e comecem a agir?

Rogério: Brasil, é compreensível que os pobres sintam frustração e passem a culpar a elite e as instituições, dada a longa história de exploração e desigualdade. Desde a colonização, o sistema foi projetado para concentrar poder e riqueza nas mãos de poucos, enquanto a grande maioria ficou marginalizada. Essa sensação de impotência muitas vezes leva à culpa externa, especialmente quando as oportunidades são limitadas.

Para mudar essa perspectiva, é crucial empoderar as pessoas por meio da educação e do acesso a oportunidades reais. Mas isso, como sabemos, não pode vir antes da reflexão e conscientização do estado mental de refém e de todas estas narrativas falsas que atuam a anos.

Precisamos de algo mais radical Brasil, e isso passa pelo despertar e consciência dos Brasileiros. Quando a dor e o sofrimento ficam fortes demais, mudamos. Porque sem isso, iremos continuar perpetuando tudo que queremos aqui, ir contra. Somente a consciência e a reflexão de cada um dos Brasileiros podem lhe devolver o poder de transformar suas realidades. Somente saindo da posição de refém de nossas próprias mentes podemos tornar visíveis as armadilhas do sistema e inspirar ações coletivas para superá-las.

Além disso, é vital criar ambientes que promovam o empreendedorismo e a participação ativa na construção de um novo Brasil. Quando indivíduos se sentem parte de um ecossistema positivo(e não um egosistema narcísico) e são equipados com as ferramentas para promover mudanças, eles passam de espectadores a protagonistas. A partir desse reconhecimento de poder e agenda pessoal, é que começa a verdadeira transformação social.

Brasil: Doutor, por que sentimos que sempre precisamos imitar outras nações?

Rogério: Brasil, essa sensação de inferioridade e a necessidade de imitar outras nações têm raízes profundas em nossa história de colonização. Desde os primeiros dias, fomos bombardeados por um discurso que exaltava a cultura europeia e americana como sinônimo de civilização e progresso, enquanto desvalorizava nossas próprias raízes indígenas e africanas. De fato, passamos a desprezar a miscigenação que aconteceu aqui e do qual todos somos filhos.

Durante séculos, fomos ensinados a ver o que vem de fora como superior, o que nos afastou de reconhecer e valorizar nossa própria identidade e sociedade. A influência das elites, que frequentemente alinhavam-se a modelos estrangeiros, perpetuou a ideia de que o sucesso estava fora de nossas fronteiras. Nossa elite, também carece de identidade, visto querer sempre ser o que não é. E por outro lado, sempre ficando na posição de supergo feroz, massacrando toda tentativa dos Brasileiros, o eu, de se afirmar.

Para superar isso, é crucial fomentar um orgulho genuíno em nossa diversidade cultural e nas contribuições significativas que nasceram aqui. Ao celebrar nossas histórias, talentos e inovações próprias, podemos começar a construir uma identidade autêntica e independente, sem a necessidade de copiar o que é externo. A maneira mais certa de prejudicar a si mesmo, é tentar copiar o outro e entregar sua vida aos desejos de outras pessoas. Não é notório que o Brasil tem a capacidade de quando tudo está indo bem, ele prejudica a si mesmo? Uma auto sabotagem de quem não acredita em si mesmo?

Brasil: Doutor, como posso lidar com essa sensação constante de ser um país corrupto?

Rogério: Brasil, a sensação de que a corrupção é profundamente enraizada em você tem raízes históricas que foram moldadas desde os seus primeiros dias de colonização. Quando os portugueses chegaram, eles estabeleceram sistemas para beneficiar uma elite restrita. O poder foi consolidado em mãos que estavam apenas preocupado em preservar seus próprios interesses e não em construir uma sociedade justa e igualitária.

Ao longo do tempo, a narrativa da cordialidade e passividade foi usada para mascarar essas desigualdades. As elites que se formaram não tinham qualquer intenção de distribuir poder e riquezas de forma equitativa. Esse comportamento foi institucionalizado, criando uma cultura de impunidade e privilégio que continua a ser um grande desafio.

Para romper com isso, é necessário um despertar coletivo. É preciso educar sobre ética, fortalecer as instituições e exigir transparência e responsabilidade. Entender a história que nos trouxe até aqui é crucial para desmantelar as estruturas que perpetuam a corrupção e construir um futuro mais honesto e justo.

Mas o fundamental Brasil, e você já já irá compreender isso, é que a corrupção não faz parte do povo Brasileiro, e sim, em nossa crença ilusória de que assim é. Ou seja, por acreditar nisso, nos tornamos isso. A pergunta é: quem criou tal narrativa? Quem foram aqueles que venderam a ideia de que os Brasileiros são corruptos? Será que quem o fez não se beneficiou e se beneficia até hoje com tal falsidade sobre o Brasil?

Brasil: Doutor, sinto que a mídia apenas perpetua estereótipos negativos sobre mim e meu povo. E sempre foi conivente com a desigualdade em nosso país. Por quê tenho esta sensação?

Rogério: Brasil, a percepção de que a mídia perpetua estereótipos negativos sobre você tem raízes profundas na forma como sua história foi narrada. Desde o início da colonização, as narrativas dominantes foram escritas para favorecer uma elite. Essa narrativa moldou a imagem que muitos têm de você, frequentemente simplificando ou ignorando a diversidade e a riqueza que possui.

A mídia, por muito tempo, refletiu e ainda reflete os interesses daqueles que detinham poder econômico e político. Isso resultou na promoção de uma visão limitada e, muitas vezes, negativa que servia para manter estruturas sociais desiguais. Ao destacar apenas problemas sem contexto ou soluções, a mídia perpetua uma imagem estigmatizada.

Para mudar essa visão, é necessário desafiar essas narrativas e promover vozes que representem genuinamente a diversidade e a dificuldade do seu povo. Incentivar uma mídia que celebre suas conquistas e enfrente as realidades com responsabilidade é fundamental para criar uma autoimagem mais justa e honesta.

Mas culpar a mídia tal como culpar a elite tal como culpar os políticos tal como culpar o sistema jurídico não vai resolver o problema de nosso país.

O caminho agora é ganhar consciência sobre estas estruturas.

Brasil: Doutor, Por que aceitamos passivamente o sofrimento?

Rogério: Brasil, aceitar passivamente o sofrimento é resultado de uma narrativa incessante de anos que nos fez acreditar em nossa impotência e incapacidade como indivíduo e nação.

Fomos condicionados a aceitar a desigualdade como um fato consumado, como se nossas vozes não pudessem mudar o rumo da história. E de fato, no Brasil, a religião sempre apoiou tal abordagem, distorcendo também aqui, a palavra.

Esta aceitação silenciosa está enraizada em um ciclo de desinformação e manipulação que nos alimenta com mentiras, desviando nossa atenção das verdadeiras raízes da opressão e da injustiça.

Mas a transformação começa quando rompemos este ciclo, ao abraçarmos a consciência crítica e buscarmos a verdade. Não podemos mais nos permitir sermos reféns dessas falsas narrativas e mentiras. Cada um de nós possui o poder intrínseco de alterar o caminho que trilhamos e inspirar os outros a fazerem o mesmo.

Brasil: Doutor,  Como podemos superar os traumas históricos que ainda nos aprisionam?

Rogério: Brasil, superar os traumas históricos exige coragem para encarar nosso passado sem filtros ou distorções. Precisamos nos reconstruir a partir de uma narrativa verdadeira, que não romanceie nosso sofrimento, mas sim exalte nossa capacidade de resistir e transformar. 

Este processo de cura começa com a aceitação da dor e a validação das experiências daqueles que nos precederam. Ao reconhecermos nossa história de luta e resiliência, podemos transformar traumas em forças motrizes que nos impulsionam para o futuro.

Esta jornada começa dentro de cada um de nós, ao transformarmos a dor em catalisador para um renascimento coletivo e pessoal. Juntos, somos capazes de reescrever nosso destino, preciso fazer você voltar a acreditar nisso.

Brasil: Estamos prontos para assumir nosso papel no mundo e construir um novo Brasil?

Rogério: Brasil, assumir nosso papel no mundo requer uma mudança profunda na maneira como nos vemos e como vemos nossas capacidades. Não somos apenas um produto de passados sombrios, mas sim potencial manifestado esperando para criar impacto. 

Dois passos críticos são necessários: o primeiro envolve despertar a consciência acerca do poder individual e coletivo; e o segundo, responsabilizar-se por esse poder para gerar mudanças concretas.

Precisamos agir com a convicção de que cada esforço individual de melhoria contribui para um movimento nacional de transformação. Com união, empatia e um compromisso inabalável com a justiça e a transformação, podemos finalmente erguer um Brasil que não apenas cuida do seu povo, mas também se posiciona como uma força de mudança no cenário global.

Até a próxima sessão Brasil.

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